Dia 26/10/06 – Alter do Chão (PA)
Enquanto Maria cortava a mangueira morta no inverno, ouvi seu filho reclamar de um galho que bateu em seu nariz. Ela olhou e disse:
_ Ah, rapaz. Isso é marca de trabalhador!
Tomamos café e saímos para conhecer a mata detrás da casa. Fomos levadas pelas crianças. Vimos duas preguiças.
Comemos a merenda feita por Leni para que não sentíssemos fome na viagem de volta, despedimo-nos e entramos no barco.
Entrou uma mulher que foi picada por cobra. Já é a quinta vez que ela é picada no mesmo lugar da mão. Ela estava na cozinha fazendo janta. A cobra estava escondida. Agora ela segue no barco conosco, entrou andando e está deitada na rede, seus olhos estão roxos. A mãe dá leite com sal pra ela beber. Chegamos em Santarém e seguimos para Alter de carona com Ricardo.

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