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25 pessoas fizeram comentários
Bandeira disse em 22 de Julho de 2008 às 7:38 pm:
Estou c/ vcs! Acompanhando tudo com muito orgulho,esperança e comoção… Outro dia tive uma sincera reflexão ó: ” Se a palavra veste nossa essência,prefiro caminhar nú!”
Que encanto a maneira como estão se despindo…Me indentifico e fortaleço c/ o caminho de vcs! Obrigado!Saudades! Bjs Jú,Ma e meninos…
Bié disse em 23 de Julho de 2008 às 12:12 am:
Oi queridas(os),
Sabe tô com o Ban ban,tao querido por sinal!
Obrigada pela beleza e coragem da nudez ESSENCIAL,que tanto precisamos RESGATAR.De tao SIMPLES até doi!!!!!!!!
Eu aqui no “estrangero”,cigana,arretada,oras feliz,oras,tonta,oras sei lá…Desnuda ,com certeza,em mim mais que nunca.,Agora no momento extasiada,embriagada,amada… é o mundao e eu to feliz pra caralho de tar aqui,percorrendo tantos caminhos,pessoas ,linguas,costumes,mas a telepatia com voces na FLORESTA!!!!!!!!!!!!!!!AI!!!
é foda de BOMMMMMMMMMMM.
Viva caboclada.
Sínto na alma,podem ter certeza to juntooooooo
SEMPRE!!!!!!
AMO,ADMIRO,TORÇO,GOSTO,DIVULGO E POR FIM AGRADEÇO!!!!!!
amor.
Gabriela.
marcos disse em 23 de Julho de 2008 às 12:21 pm:
Navegar
Oportunei do momento…
São Miquel, telelém…
Uaupés, Tiquié,
Içana, Xié… Erê Rio Negro…
Balancei mareado
Aprendi navegar
Nas águas distantes
Camanaus, telelém…
Telelém… vou pra lá
Gavião risca olhos
No espelho do rio
Corre mata, corre céu
Brilha um resto de sol
São Miquel telelém…
Uaupés, Tiquié,
Içana, Xié… Erê rio Negro…
Ensinando chegar
Telelém… telelém…
Cristina Galante disse em 25 de Julho de 2008 às 11:07 am:
Queridos
Que todos vocês tenham uma CASA MÁGICA onde possam se refugiar quando estiverem cansados, necessitados de aconchego e de amor. Que nela nunca falte alegria, compreensão, tolerância, afeto, união, PAIXÃO!!!
Beijos e abraços muito apertados, Cristina.
Rubens (rubinho) disse em 25 de Julho de 2008 às 11:49 am:
Meus queridos
Vocês fizeram uma casa humana com paredes vivas que dão muitas risadas,um telhado repleto de energias boas, feito de muitas maõs. Aí fiquei pensando com meus botões: para que servem portas,janelas, se eu nem preciso abri-las, já que dentro desta casa tem risos ingênuos, muito barulho(do bom,)calor humano, muita luz, enfim, estas coisas que a gente precisa para viver. Acho que o mundo está precisando de pessoas que construam suas cidades só destas casas. Embora tenha comentado só esta atividade, não significa que as outras brincadeiras não sejam importantes. Acho todas incríveis.
Um grande abraço em todos deste grupo.
Rubens
Anônimo disse em 28 de Julho de 2008 às 11:23 am:
Rio Negro
São Miquel, Tukano,
Arwake, Maku…
Erê! Negro descendo…
Erê! telelém… telelém…
Água limpa da fonte
Caminhando no tempo
Encurtando caminhos
Semeando o momento
Água velha e forte
Atravessando histórias
Ressoando silêncios
Passando memórias
Erê! Negro descendo…
Erê! telelém… telelém…
São Miquel, Tukano,
Arwake, Maku…
Erê! telelém… telelém…
Anônimo disse em 28 de Julho de 2008 às 11:25 am:
Canto de chegada
Erê! Pari-Cachoeira, Içana,
Iauaretê, Taracuá e Piraquara
Telelém… Já cheguei…
Lá do fundo de lá
Na festa vim pra somar
Com a alegria daqui
A que trouxe de outro lugar
Vim procurar o futuro
Jogando pra semear
Os modos que apuro
Em cada lugar que passar
Nos gestos de aqui lembrar
O nome que se esqueceu
É jeito de encontrar
Um riso que não morreu
Elisa Taemi disse em 30 de Julho de 2008 às 12:07 pm:
queridos!!! estou sem palavras, emocionadíssima.
vontade de ver mais e mais…
meninas, muitas saudades!!!
beijos
Nereu disse em 30 de Julho de 2008 às 11:15 pm:
Êta, meninas!
Tô eu aqui na minha casinha, edícula minúscula, 9m quadrados, minha casca de tartaruga, beirando a Rebouças,brum brum de ônibus, sirene de polícia, poluição, eu e meu computador ligado nocês.
Dia desses fiz aniversário: hé hé, a gente vai lembrando que já fez e viu algumas coisas por esse tempo afora, não é verdade? vai selecionando, guardando e envernizando algumas dessas coisas (como diz um amigo meu: quem bota ou tira o verniz do mundo é a gente), vai também relativizando “conquistas” e “fracassos”, vai dando, pelo menos no meu caso, um pouco mais de valor pras dúvidas e pros erros acertados…
Vai, finalmente, descobrindo aos trancos e barrancos, que o que nos move, como a origem da palavra diz, é a emoção, o co-mover: e vocês, Las Cabaças, estão aí para nos lembrar disso. Obrigado.
E de vocês, meninos, o que me chega no computador, no meu quartinho de tartaruga, é mais do que a captação e a difusão de gags, rios, floresta e risos; o que me toca, através das imagens, sons e palavras que vocês produzem é (como era de se esperar) o ato criativo e sensível que vocês trazem a essa experiência. Obrigado também.
Beijos
Nereu
Vila disse em 1 de Agosto de 2008 às 11:47 pm:
Ver ao vivo a alegria no rosto destes brasileiros tão distantes deve ser impagável. Adorei ver os vídeos e realidades tão diferentes. Voltem com esta imensa bagagem, mais fortes, mais humanos, mais palhaços.
Continuem publicando, tem muita gente admirando aqui.
Anônimo disse em 4 de Agosto de 2008 às 8:22 am:
Dia de São João
Vela desce o rio
Ilumina quem ficar
Mesmo sendo só um fio
O Negro vai te levar
Telelém… Telelém…
Varro a vila e a vida
No dia de São João
De todos que aprendi
É santo de devoção
Acendo cada pavio
No dia de São João
Pra luminar o caminho
De andar em procissão
Mãos dadas ao destino
Dispensando a solidão
Ando com o meu vizinho
Sentindo que sou irmão
Vela desce o rio
Ilumina quem ficar
Mesmo sendo só um fio
O Negro vai te levar
Telelém… Telelém…
Anônimo disse em 4 de Agosto de 2008 às 8:23 am:
Meu pensamento
Erê! Paricatuba…
Serra Baixa, Taracuá…
Erê! Eu vim de longe
Pra lá que vou voltar
Telelém… Telelém…
Sozinho o mundo gira
Sozinha eu quero estar
E olhar em cada volta
Sozinha com meu olhar
De ontem tenho saudade
De hoje eu já cansei
Vou logo pro amanhã
Pra ver o que acharei
Pimenta que não arde
Só serve pra temperar
O mundo é envolvente
Descende de cada olhar
Escondi meu pensamento
Numa estrela pra te dar
Quando olho o firmamento
Contigo eu quero estar
Erê! Paricatuba…
Serra Baixa, Taracuá…
Erê! Eu vim de longe
Pra lá que vou voltar
Telelém… Telelém…
Anônimo disse em 4 de Agosto de 2008 às 8:23 am:
Lugar de tocar
Toco em porta de igreja
Em adro e casarão
Lugar que tiver vazio
E merecer atenção
Canto até pelo caminho
Misturando a direção
O riso jogo no vento
Da vida tiro o refrão
Boraró me viu no mato
Quis ouvir o meu cantar
Eu cantei o telelém
Ele riu de se mijar
Erê! Paricatuba…
Serra Baixa, Taracuá…
Boraró já me pediu
Que lhe ensine a cantar
Erê! Telelém… Telelém…
Erê! Telelém… Telelém…
Anônimo disse em 4 de Agosto de 2008 às 8:24 am:
Santo Juscelino
Canto, dança, jogo e festa…
Vou tomar o caxiri
E olhar por cada fresta
O Brasil que tem aqui
A onça quer sua carne
O padre cobiça o queijo
Soldado quer um pedaço
Tukano ri do que vejo
O mundo feito de gente
Taracuá. Erê! Telelém…
De gente de todo lugar
Telelém… Telelém…
Juscelino foi o santo
Mais bonito que eu já vi
De fora duma igreja
O Brasil todinho ali
Telelém… foi lá por longe
Telelém… foi lá que eu vi
conrado disse em 9 de Agosto de 2008 às 1:39 pm:
Oi!
SIMPLESMENTE FANTÁSTICO!!!!!!!!!
PARABÉNS PRAS DUAS (e equipe)!!!
Beijo grande!
Patricia Varela. disse em 11 de Agosto de 2008 às 3:20 pm:
Om Jú querida,
Passei porque sinto saudades e quero saber de tuas andanças para conhecer o mundo pelo mundo que você cria a cada sorriso, cada risada.
Beijos saudosos.
Om,
Pat.
João Guilherme disse em 14 de Agosto de 2008 às 9:13 pm:
Meninas estou esperando vcs em Belem quando chegam??
Mari disse em 17 de Agosto de 2008 às 1:32 am:
Meninas,
Vocês são demais!!!Parabéns pelo lindo trabalho!!! Beijos com saudades…
ana disse em 17 de Agosto de 2008 às 3:23 pm:
muito legal como superaram a distancia inicial do público, ao carregarem a menina nas costas, e depois ao ficarem rodiadas pela criançada tão de perto… grande passo, o que demonstra o papel realmente revolucionário do, ops!, neste caso é dA palhaçA dentro das realções humanas.
Raul disse em 24 de Agosto de 2008 às 12:01 pm:
Viva!!! Quanto espaço verde… liberdade criativa, criadora verdinha… que diversidade de divertidas situações amadurecidas pela repetição produtiva… Será que vcs voltam à concretude do cinzento concreto: não deve ser fácil voltar a trocar a pureza das crianças e dos povos das florestas x a poluição das mentes metropolitanas… Coragem meninas, palhaças!!! bj grande como o desejo deste encontro que vcs correram atrás e estão concretizando de forma tão especial, poética, despretenciosa, alentadora!!!! Saudades… RauLambada
vera disse em 24 de Agosto de 2008 às 11:09 pm:
Oi Meninas!!!
Que fantástico!! Palhaças a céu aberto. É o primeiro comentário mas já me emociono faz tempo. Tô daqui acompanhando. Tá lindo meninas. Entre riu e rios. Muita sorte e luz pra vocês.
Beijos
Vera
Márcia Corrêa disse em 7 de Setembro de 2008 às 6:32 pm:
Fico imaginando quando escreverem sobre o Amapá. Farei um mergulho em minha própria alma através dos olhos cheios de ternura de vocês. Descobrirei coisas que não consigo ver ao redor, de tanto que o redor cega a gente. Será muito bom ver minha alma amazônida assim com esse jeito que vocês têm de fazer tudo parecer nascente.

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