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	<title>Comments on: fins</title>
	<link>http://www.lascabacas.com.br/2009/01/23/fins/</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 06:19:18 +0000</pubDate>
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		<item>
		<title>By: Luciana Silva</title>
		<link>http://www.lascabacas.com.br/2009/01/23/fins/#comment-1948</link>
		<dc:creator>Luciana Silva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 19:13:01 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.lascabacas.com.br/2009/01/23/fins/#comment-1948</guid>
		<description>A Palavra Certa
Composição: George Israel/paula Toller/herbert Vianna

Atravesso a noite com um verso
Que não se resolve
Na outra mão as flores
Como se flores bastassem
Eu espero
E espero
Não funcionam luzes, telefones
Nada se resolve
Trens parados, carros enguiçados
Aviões no pátio esperam
E esperam
A chave que abre o céu
D´aonde caem as palavras
A palavra certa
Que faça o mundo andar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Palavra Certa<br />
Composição: George Israel/paula Toller/herbert Vianna</p>
<p>Atravesso a noite com um verso<br />
Que não se resolve<br />
Na outra mão as flores<br />
Como se flores bastassem<br />
Eu espero<br />
E espero<br />
Não funcionam luzes, telefones<br />
Nada se resolve<br />
Trens parados, carros enguiçados<br />
Aviões no pátio esperam<br />
E esperam<br />
A chave que abre o céu<br />
D´aonde caem as palavras<br />
A palavra certa<br />
Que faça o mundo andar</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: anonimo</title>
		<link>http://www.lascabacas.com.br/2009/01/23/fins/#comment-1931</link>
		<dc:creator>anonimo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 11:52:22 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.lascabacas.com.br/2009/01/23/fins/#comment-1931</guid>
		<description>“quantas palavras existem nesse imenso Brasil... 
não as conhecíamos e nem elas nos conheciam...”

saber onde é o fim / aonde está o começo / contar para que vim / bater em seu endereço

saber, eu/? / também não sei não...

olhei e vi no caminho / alguém andando pra lá / não vi lonjura em nada / então, junto, comecei a andar / espalhando as palavras / e os gestos de cada lugar

os rastros que fui recolhendo / pregados em cada estrada / me ensinaram que em si / continham toda jornada

o fim é como começo / quando se quer encontrar / o que não esta perdido / mas disposto no lugar

palavras nascem assim / aqui, ali e acolá / invertidas, misturadas / esperando quem pegar / bonitas, feias / cruéis ou poéticas / esperando quem usar / em cada profundidade / ou quando for precisar

conhecer, reconhecer / aprender nesse caminho real / no instante que é um disfarce / desse País irreal / mágico e sombrio / que faz rir e entristecer / quando vemos em outras maneiras / também formas de viver

ensaiar cada palavra / desse imenso Brasil / caminhar novas terras / se entrelaçando ao sutil / da vida de sua historia / e de quem a construiu 

de lavra / entrego as palavras que vocês encontraram ou reencontraram / amazônicas, nordestinas, brasileiras / anônimas e amorosas / separadas ou misturadas / palavras com rios e pessoas dentro / com caminhos e transbordamentos / com imagens e belezas / fincadas em vidas anônimas pelo Brasil adentro / erê! telelém...

erê! Frederico Galante
erê! Rodrigo Luz
telelém... telelém...

erê! Juliana Balsalobre 
erê! Marina Quinan
telelém... telelém...

erê! telelém... 

o jabuti tá na porta / telelém... telelém... 
o jabuti quer entrar / telelém... telelém... 
se o lugar não comporta
não adianta chamar
o jabuti faz a volta 
mora em todo lugar 
telelém... telelém... telelém... telelém... telelém

o urubu tá na porta / telelém... telelém... 
o urubu quer entrar / telelém... telelém...
se o lugar não comporta...
não adianta gritar
o urubu faz a volta
voa pra outro lugar
telelém... telelém... telelém... telelém... telelém

o peixe-boi tá na porta / telelém... telelém... 
o peixe-boi quer entrar / telelém... telelém...
se o lugar não comporta
não adianta esbarrar
o peixe-boi faz a volta
nada pra outro lugar
telelém... telelém... telelém... telelém... telelém

o Brasil tá na porta / telelém, telelém...
o Brasil quer entrar / telelém, telelém...
é o seu povo que importa
não adianta esperar
olha bem a sua volta 
e põe o Brasil no lugar 
telelém... telelém... telelém... telelém... telelém


anônimo – fevereiro de 2009</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“quantas palavras existem nesse imenso Brasil&#8230;<br />
não as conhecíamos e nem elas nos conheciam&#8230;”</p>
<p>saber onde é o fim / aonde está o começo / contar para que vim / bater em seu endereço</p>
<p>saber, eu/? / também não sei não&#8230;</p>
<p>olhei e vi no caminho / alguém andando pra lá / não vi lonjura em nada / então, junto, comecei a andar / espalhando as palavras / e os gestos de cada lugar</p>
<p>os rastros que fui recolhendo / pregados em cada estrada / me ensinaram que em si / continham toda jornada</p>
<p>o fim é como começo / quando se quer encontrar / o que não esta perdido / mas disposto no lugar</p>
<p>palavras nascem assim / aqui, ali e acolá / invertidas, misturadas / esperando quem pegar / bonitas, feias / cruéis ou poéticas / esperando quem usar / em cada profundidade / ou quando for precisar</p>
<p>conhecer, reconhecer / aprender nesse caminho real / no instante que é um disfarce / desse País irreal / mágico e sombrio / que faz rir e entristecer / quando vemos em outras maneiras / também formas de viver</p>
<p>ensaiar cada palavra / desse imenso Brasil / caminhar novas terras / se entrelaçando ao sutil / da vida de sua historia / e de quem a construiu </p>
<p>de lavra / entrego as palavras que vocês encontraram ou reencontraram / amazônicas, nordestinas, brasileiras / anônimas e amorosas / separadas ou misturadas / palavras com rios e pessoas dentro / com caminhos e transbordamentos / com imagens e belezas / fincadas em vidas anônimas pelo Brasil adentro / erê! telelém&#8230;</p>
<p>erê! Frederico Galante<br />
erê! Rodrigo Luz<br />
telelém&#8230; telelém&#8230;</p>
<p>erê! Juliana Balsalobre<br />
erê! Marina Quinan<br />
telelém&#8230; telelém&#8230;</p>
<p>erê! telelém&#8230; </p>
<p>o jabuti tá na porta / telelém&#8230; telelém&#8230;<br />
o jabuti quer entrar / telelém&#8230; telelém&#8230;<br />
se o lugar não comporta<br />
não adianta chamar<br />
o jabuti faz a volta<br />
mora em todo lugar<br />
telelém&#8230; telelém&#8230; telelém&#8230; telelém&#8230; telelém</p>
<p>o urubu tá na porta / telelém&#8230; telelém&#8230;<br />
o urubu quer entrar / telelém&#8230; telelém&#8230;<br />
se o lugar não comporta&#8230;<br />
não adianta gritar<br />
o urubu faz a volta<br />
voa pra outro lugar<br />
telelém&#8230; telelém&#8230; telelém&#8230; telelém&#8230; telelém</p>
<p>o peixe-boi tá na porta / telelém&#8230; telelém&#8230;<br />
o peixe-boi quer entrar / telelém&#8230; telelém&#8230;<br />
se o lugar não comporta<br />
não adianta esbarrar<br />
o peixe-boi faz a volta<br />
nada pra outro lugar<br />
telelém&#8230; telelém&#8230; telelém&#8230; telelém&#8230; telelém</p>
<p>o Brasil tá na porta / telelém, telelém&#8230;<br />
o Brasil quer entrar / telelém, telelém&#8230;<br />
é o seu povo que importa<br />
não adianta esperar<br />
olha bem a sua volta<br />
e põe o Brasil no lugar<br />
telelém&#8230; telelém&#8230; telelém&#8230; telelém&#8230; telelém</p>
<p>anônimo – fevereiro de 2009</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: 'o senhor vá, alguma coisa ainda encontra'</title>
		<link>http://www.lascabacas.com.br/2009/01/23/fins/#comment-1930</link>
		<dc:creator>'o senhor vá, alguma coisa ainda encontra'</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 23:58:42 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.lascabacas.com.br/2009/01/23/fins/#comment-1930</guid>
		<description>conheci meio sem jeito por acaso esse jeito de olhar e viver de vocês. conheci de conhecer de longe e logo me coloquei no meio da travessia que é de vocês e de quem quiser. estou na busca de onde nascem as palavras também... a gente ainda encontra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>conheci meio sem jeito por acaso esse jeito de olhar e viver de vocês. conheci de conhecer de longe e logo me coloquei no meio da travessia que é de vocês e de quem quiser. estou na busca de onde nascem as palavras também&#8230; a gente ainda encontra.</p>
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