Marina Quinan (DRT 11613)

Atriz, palhaça, arte-educadora e mascareira.

Desde 2000 atua como palhaça nos Doutores da Alegria em SP.

Formou-se em artes cênicas pelo teatro escola Célia Helena em 1995, ano em que participou do espetáculo Perdoa-me por me Traíres de Nelson Rodrigues com direção de Marco Antonio Rodrigues.

Lecionou durante 6 anos na Casa do Teatro (escola de teatro para crianças e adolescentes da atriz Lígia Cortez).

Foi contadora de estórias do grupo as Meninas do Conto em 1999 e 2000, ano em que também contribuiu para a palestra- interativa de Emilio Terron, contando trechos da obra de Guimarães Rosa.

No teatro, seu foco de pesquisa foi a Commédia dell’Arte que resultou nos espetáculos D. Quixote (1998 - direção de Soraya Saide) e o Pastelão e a Torta (1999 - direção coletiva da Trupe Quintal).
O início da formação na linguagem do palhaço foi através de Cristiane Paoli Quito, que resultou no espetáculo: A Banda (1996) cuja temporada durou 3 anos e ganhou os prêmios APETESP – 1997 : melhor atriz (Bete Dorgan); Festival de Teatro de Rezende RJ – 1998: melhor espetáculo, melhor ator (César Gouveia); Festival Nacional de Teatro de Novo Hamburgo – RS – 1998: melhor espetáculo, melhor direção, melhor trilha sonora, melhor ator (César Gouveia), melhor atriz (Daniela Schitini), melhor atriz coadjuvante (Juliana Balsalobre).

Em 2001 trabalhou na equipe de produção da mostra Perspectiva Paoli Quito – um olhar em movimento no Centro Cultural São Paulo.

Foi assistente de Soraya Saide no curso de Commédia dellÀrte do Teatro Escola Célia Helena em 2003 e no treinamento dos novos palhaços dos Doutores da Alegria em São Paulo e Recife nos anos 2004 e 2005.

Em 2005 e 2006 fez cursos de palhaço com o argentino Chacovachi, e os italianos Leo Bassi e Léris Colombaione (este último com duração de 70 horas).

Em 2005 foi curadora da Viga entorta - mostra de palhaços, ao lado de Andréa Macera, Silvia Leblon e Sonia Soares.

Durante o ano 2004 foi integrante do grupo de cavalo marinho: Boi de Fumaça, ao lado do palhaço Clerouak, cujas apresentações foram realizadas nas ruas da cidade e nos bairros da periferia de São Paulo.

Estuda trompete com Cláudio Faria desde 2005.

Em 2006, funda a dupla Las Cabaças da Cooperativa Paulista de Teatro ao lado de Juliana Balsalobre e realizam o projeto Brasil na Cabaça.